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BEM BLACK: THIAGUINHO LANÇA O 25º ÁLBUM DA CARREIRA

Primeira parte do lançamento acontece nesta sexta-feira (9): EP com 11 faixas, com participações de Sandra Sá, Gaab e Sampa Crew.

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O cantor Thiaguinho lança à 0h desta sexta-feira (9) a primeira parte de seu 25º álbum da carreira: “Bem Black”. O disco vai além da música e se apresenta como um manifesto para exaltar a potência da cultura preta brasileira.

“Esse trabalho é um álbum de balanço. Vem para entreter, alegrar, falar de amor, mas, sobretudo, cantar sobre autoestima. Com muito respeito, quero honrar os grandes nomes da música preta brasileira e dar a minha contribuição. O povo preto é resiliente e se mostra cada vez mais potente com o passar dos anos”, afirma Thiaguinho, que assina a direção geral do projeto ao lado da CEO da Paz e Bem Entretenimento, Ellen Barbosa.

Ao ouvir os primeiros acordes, a mensagem é clara: o artista te convida a dar um mergulho na ancestralidade preta brasileira, pede licença para reverenciar os grandes nomes da black music dos anos 80 e, sobretudo, olha para o futuro. Sim! A cultura preta brasileira não para e se renova a todo instante.

As 11 faixas disponíveis nas principais plataformas de streaming nesta sexta-feira (9) vão estar acompanhadas de materiais audiovisuais. Além do álbum, “Bem Black” traz para o público um filme-musical – ambientado no Club Homs, em São Paulo, espaço referência  para os bailes charmes de décadas passadas.

Além desta atmosfera dos bailes blacks, a Banda do Poder ganha incremento: um naipe de metais com sax, trompete e trombone, que são responsáveis por resgatar a sonoridade da época. Sob a direção musical do mister Wilson Prateado, é possível observar a presença de soul, jazz, R&B alinhados com o tradicional pagode de Thiaguinho.

Nesta primeira parte do álbum, o público vai conferir feats com Sandra Sá, Gaab e Sampa Crew. A segunda parte do disco vai apresentar colaborações com Negra Li e Walmir Borges. Por sua vez, o filme-musical terá ainda a atuação de Cris Vianna, Mumuzinho e Patty de Jesus.

Um álbum que bebe de referências musicais como Tim Maia, Cassiano, Wilson Simonal e promove encontro de gerações. “Bem Black” vai além de um swingue maravilhoso para dançar, é para escutar com calma, se sentir representado e celebrar a black music brasileira falando de amor. (Veja a seguir detalhes de cada uma das 11 faixas)

FAIXA A FAIXA

O abre-alas de “Bem Black” é a faixa “Conversa gostosa”, que apresenta um personagem vivendo a paz de já ter encontrado a pessoa certa para sua vida. Essa certeza vai muito além de um beijo gostoso ou um “corpo de dar água na boca”. O mais importante é que, quando há conversa (gostosa), o casal vai além. Juntos.

“Oh só, vida, já vi que é você

Não há outra pessoa pra me entender

E, se você me deixar, vai ser só fisicamente

Permanecerá na minha mente”, diz a letra.

Nada mais justo que, em um álbum de balanço, ter uma faixa intitulada “Me balançou”. Uma verdadeira declaração de amor suingada. A faixa é a trilha sonora de um amor avassalador, aqueles encontros de química perfeita. E a letra decreta: amor que balançou desde a primeira, precisa ser pra toda vida.

“Amor, vai dizer que a gente não combina? 

Se não foi amor

O que a gente fez? 

Você me balançou 

Te quero pra toda vida”

Em “Ai ai ai amor”, encontramos relatos de uma amor poderoso, que chega arder de tanta paixão. A letra faz sobreposições de declarações românticas e desejos carnais.

“Ai, ai, ai, amor

Felicidade é ter só nós dois 

Naquele ai, ai, ai, amor

Uma, duas, três, sem cansar, vem”.

A faixa-título do álbum traduz perfeitamente a tônica de “Bem Balck”. Quando a letra fala por si só, não há mais palavras para descrever.

“Vem somar e revolucionar

Nada vai nos parar

Nem vem brincar com fogo

Vem viver, fazer acontecer

Já chega de perder, vamo virar o jogo

(…)

Tá no peito, tá no passo, 

tá na pele, tá no abraço

Bem Black… Bem black…

Quando a gente luta junto, esquece”, diz a letra.

O luto de um término pode arrancar todas as esperanças de uma pessoa que acabou de se decepcionar. Mas, Sampa Crew e Thiaguinho mostram em “Vai me ver feliz” que o amor próprio pode ser a resposta para entender que seu melhor momento é o agora – quando chega a hora de se aventurar.

“Vai me ver feliz

Sorrindo na chuva sem dizer nada

Vai me ver feliz

Dançando na rua de madrugada

(…)

Ganhei tanto ao te perder

Você não imagina o quanto

No caminho do sofrer

Achei paz dentro do pranto 

Brilhei na escuridão”

A regravação de “Olhos coloridos” é a cereja do bolo de um álbum que faz um mergulho profundo na tradição musical negra brasileira. Nesta versão da canção, a rainha da música preta brasileira, Sandra Sá, expõe com maestria porque é uma das vozes mais marcantes da música. A realeza participa de Bem Balck como forma de coroar um trabalho tão cuidadoso que nos é dado como presente.

Se em outros tempos a figura do “malandro” foi cantada por Elza Soares, Bezerra da Silva e Wilson Simonal, desta vez, Thiaguinho revisita o universo da “pilantragem”. “Da nossa maneira” é uma faixa que traz uma versão peculiar do malandro. Um pilantra percebe que as coisas mudaram, já que no apartamento tem o perfume dela e a saída vai ser assumir o romance porque o casal passou da “fase do talvez”. Um malandro apaixonado. Quem diria!

Em “Amo isso que a gente tem”, dueto com Gaab, o eu-lírico está decidido a resgatar um antigo romance “não é culpa mais de ninguém, eu amo isso que a gente tem”. A letra expõe um amor arrependido, louco para estar junto novamente.

 

“Já te perdoei, não foi legal.

Ouvi que você está tão mal.

(…)

Você foi curtir, foi sair, foi viver, foi querer ser feliz

Eu me iludi, me arrependi, aprendi
Só queria alguém pra me chamar de meu

(…)

Não é culpa mais de ninguém

Eu amo isso que a gente tem

Eu amo muito tudo isso que a gente tem”.

A faixa seguinte une em um medley duas canções clássicas da música brasileira: “Primavera” e “Coleção”. Uma faixa de homenagens. Thiaguinho traz releituras de duas canções que são clássicas no gosto do público. A eterna “Primavera” de Tim Maia e “Coleção” de Cassiano falam de amor e reforçam que a música preta é seminal na música brasileira. Se Tim Maia aqui estivesse para ouvir “Bem Black”, ele usaria sua clássica frase: “Aí que é o barato”.

Caminhando para o fim, “A rua não tá fácil” é uma faixa que retrata a vida dos solteiros, avisando que a “pista está salgada”. Melhor que se arriscar com experiências ruins, é ficar com seu amor.

No encerramento, “Entra no clima descreve aquelas relações que pegam fogo. O clima é tão quente que, por vezes, tem bate-boca. Contudo, todas as questões são resolvidas tirando a roupa. Sobe a temperatura no encerramento da primeira parte de “Bem Black”.

 

FICHA TÉCNICA

 

Direção Geral: Thiaguinho e Ellen Barbosa

Direção Musical: Thiaguinho e Wilson Prateado

Direção de Projetos e Produção: Grazi Caetano

Direção Artística: Miguel Cariello (Full Music) e Douglas Aguillar e Fran Landhin (Gogacine)

Direção de Vídeo: Douglas Aguillar e Fran Landhin (Gogacine)

Direção de Arte e Cenografia: Zé Carratu

Marketing e Marcas: Mahall Prado

 

Gestão Administrativo/Financeiro: Anne Dourado

Light Designer: Arthur Farinon 

Assistente de Ligthing Designer: Anngley Moraes

Conteúdos LED: Chroma Garden 

Estrutura: Mario Box 

LED e Iluminação: Wolf 

Sonorização: Gabisom

Captação de Áudio: Maurício Pinto e Gabriel Vasconcelos (Estúdio Century)

Mixagem e Masterização: Gabriel Vasconcelos (Estúdio Century)

Assistente de Mixagem e Edições: Daniele Andrade

 

BANDA DO PODER

Direção Musical e Baixo: Wilson Prateado

Bateria: Fábio Viotto

Cavaco: Nando Martins

Pandeiros: Nego do Pandeiro

Percussão Geral: Rogerinho Nagô

Surdo: Gabriel Barriga

Teclados: Anselmo Lima

Violão: Ian Félix

Vocais: Danilo Oliveira e Junior Pulgão

 

MÚSICOS CONVIDADOS:

Guitarras: Walmir Borges 

Percussão Geral: Gonzalez 

Saxofones: Danilo Sinna, Levy Carvalho e Marcelo Braga 

Trompetes: Gesiel Nascimento e Jorginho

Trombone: Rafael Rocha

Vocais: Erick Jordan 

 

EQUIPE DO PODER:

Produção Geral: Fernando Pirituba

Logística: Luana Barreto

Secretário: Adriano Oliveira

RSVP e Fã-Clubes: Carol Bicev

Técnico de PA: Gabriel Vasconcelos

Técnico de Monitor: Lucas Esdras

Técnico de Luz: Ricardinho Oliveira

Roadies: Michael Slow, Paulo Xuxa e Vanderlei Russo

Cenotécnico: Adelino Pequeno

Técnico de LED: Thiago Ramos

Segurança: Robinson

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