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“Só no Pará”: Viviane Batidão celebra raízes e memórias da infância

Celebrando com intensidade e emoção suas origens amazônicas, Viviane Batidão lança nesta quinta-feira (19), às 20h (horário de Brasília), o single “Só no Pará”. A faixa é uma homenagem musical à cultura, às paisagens e ao espírito do povo paraense, exaltando as memórias que moldaram a artista. Entre igarapés, cheiros da floresta e o molho paraense, Viviane convida o público a mergulhar em um universo sensorial e afetivo que traduz o orgulho de ser do Norte do Brasil.

“A música ‘Só no Pará’ é a minha preferida do álbum que vem aí. “A música é um raga eletrônico com elementos do tecnomelody: ragamelody. Traz a guitarra bem marcada, característica do ritmo tecnomelody, e também o curimbó, instrumento típico do carimbó. É um som leve e sensual ao mesmo tempo, com referências que remetem à floresta e ao nosso povo”, reflete a cantora.

A letra da canção, assinada por Anderson Mendes e Jean Bizet, é um retrato delicado e emocionante das raízes da artista. Com imagens que remetem à infância no interior do Pará, como mergulhos em família, passeios de bicicleta e o cheiro da floresta, a música evoca o afeto e a nostalgia que marcam a trajetória de Viviane. Ao mesmo tempo em que celebra a identidade amazônica, a letra expressa o orgulho de pertencer à região e convida o Brasil a conhecer sua cultura de forma sensorial e verdadeira.

A canção faz parte do primeiro álbum da carreira solo de Viviane Batidão, ainda sem data de lançamento. “Só no Pará” é uma nova fase da artista e é o pontapé inicial de um projeto que visa não apenas consolidar sua trajetória, mas também expandir sua presença para todo o território nacional.

O MOLHO PARAENSE
O videoclipe de “Só no Pará” será lançado nesta sexta-feira (20), ao meio-dia, no YouTube. Gravado em Santa Izabel do Pará (PA) onde Viviane Batidão cresceu, o clipe traz um olhar íntimo e afetuoso sobre suas raízes. A produção retrata um dia em família, com cenas que evocam a comunhão e a união entre os seus, como o café da manhã em casa, um passeio de bicicleta pelas ruas da infância e o mergulho em um igarapé, símbolo marcante da vivência amazônica. Mais do que ilustrar a canção, o clipe é um reencontro com as origens e uma celebração da simplicidade que moldou sua essência.

“O clipe está lindo e foi todo gravado com celular. Fiquei apaixonada pelo resultado, porque ele valoriza o interior do Pará e é uma homenagem carinhosa a todas as regiões interiores do estado. Toda vez que assisto, sinto uma vontade de chorar de saudade da minha infância”, afirma Viviane.

O audiovisual de “Só no Pará” foi produzido pela Altar Sonoro, produtora referência no cenário musical paraense e nacional. Conhecida por sua atuação em videoclipes que valorizam a cultura amazônica, a Altar Sonoro já assinou trabalhos para grandes nomes como Gaby Amarantos, Zaynara, Lia Sophia, Jaloo, Lucas Estrela, Pauxi e Edgar. Com direção e roteiro de Naré e Guilherme Takshy, a produção traz uma estética que presta um tributo às raízes paraenses e à riqueza do interior do estado.

DO NORTE PARA O BRASIL
“Só no Pará” dá continuidade ao novo ciclo iniciado por Viviane Batidão com o single “É Sal”. Carregando o simbolismo da expressão popular paraense, usada para marcar o fim de uma fase e o começo de outra, a nova faixa reforça a virada de chave na carreira da artista, que mira agora em novos públicos e horizontes.

Com uma base de fãs no Norte e uma carreira respeitada na cena do tecnomelody, Viviane agora mira horizontes mais amplos. Nos últimos meses, a cantora brilhou em colaborações e participações com nomes como Ludmilla, Anitta, Wesley Safadão, Solange Almeida, e Alok, fortalecendo sua presença nos grandes palcos do país. Levar o som e a cultura do Pará para outras regiões do Brasil é, mais do que um plano estratégico, uma missão de identidade para a cantora.

“Estou em um momento de expansão, mas sem abrir mão das minhas raízes. Não quis mudar o que faço no Pará. Quero mostrar para o Brasil a força do meu tecnomelody, do meu rock doido e do meu batidão”, finaliza a artista.

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