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	<title>Instituto PROA &#8211; BPMCOM</title>
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	<description>Um novo jeito de fazer comunicação</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Sep 2026 20:19:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Parceria entre Instituto PROA e Instituto C&#038;A forma mais de 400 jovens em varejo de moda</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/parceria-entre-instituto-proa-e-instituto-ca-forma-mais-de-400-jovens-em-varejo-de-moda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 20:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto combina competências socioemocionais, formação técnica e conexão com empregadores para apoiar a transição para o trabalho formal O mercado da moda demanda profissionais qualificados, mas a dificuldade de acesso à primeira oportunidade ainda impede que muitos talentos ingressem no setor. Dados mais recentes do IBGE, mostram que 18,5% dos brasileiros de 15 a 29 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Projeto combina competências socioemocionais, formação técnica e conexão com empregadores para apoiar a transição para o trabalho formal<br />
</span></i><br />
O mercado da moda demanda profissionais qualificados, mas a dificuldade de acesso à primeira oportunidade ainda impede que muitos talentos ingressem no setor. Dados mais recentes do IBGE, mostram que 18,5% dos brasileiros de 15 a 29 anos, cerca de 8,9 milhões de pessoas, não estavam ocupados nem estudavam ou se qualificavam. Entre os jovens de 18 a 24 anos, essa proporção chegava a 22,4%. É nesse cenário que se insere o novo modelo da Escola de Varejo de Moda, desenvolvido pelo Instituto PROA e pelo Instituto C&amp;A, que acaba de formar mais de 400 jovens da Plataforma PROA – programa gratuito de qualificação profissional presente em 12 estados que combina desenvolvimento técnico e socioemocional para estudantes da rede pública.<i></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A proposta partiu de uma premissa simples: ampliar a empregabilidade exige preparar o jovem para compreender o setor em que pretende atuar e aproximá-lo das competências efetivamente demandadas no cotidiano das empresas. A lógica dialoga com estudos sobre a transição escola-trabalho. A Organização Internacional do Trabalho aponta que uma inserção profissional precária no início da trajetória pode produzir efeitos que acompanham o jovem ao longo da vida laboral. Falta de experiência, mudanças nas competências exigidas pelas empresas e barreiras de escolaridade estão entre os fatores que dificultam essa entrada, sobretudo entre jovens em maior vulnerabilidade socioeconômica.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">“As pessoas costumam ouvir o mito de que o jovem de hoje não quer trabalhar, mas, na verdade, o que muitas vezes falta são as ferramentas e os caminhos certos para que ele possa chegar lá. Unir nossa experiência em desenvolvimento comportamental à vivência de mercado do Instituto C&amp;A é o formato ideal para isso. Estamos oferecendo a esses jovens a bagagem que as empresas buscam e contribuindo para acelerar sua entrada no varejo com mais preparo e confiança”, afirma Alini Dal’Magro, presidente e CEO do Instituto PROA.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Formação conectada ao trabalho real</b><b><br />
</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A trilha foi desenhada para atuar em diferentes pontos desse percurso. Antes da especialização técnica, os participantes da Plataforma PROA passaram por uma jornada de 100 horas dedicadas a competências como autoconhecimento, comunicação e raciocínio lógico. Na etapa voltada ao varejo de moda, entraram conteúdos específicos sobre operação de lojas, atendimento, técnicas de vendas, Visual Merchandising, tecidos, tendências e sustentabilidade. A preparação incluiu, ainda, orientações para currículo e portfólio, e encerrou a experiência com encontros presenciais em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.</span><span style="font-weight: 400;"></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ementa expressa uma teoria de impacto baseada na progressão da jornada. O desenvolvimento socioemocional prepara para os códigos e relações do ambiente profissional; a formação técnica reduz a distância entre conhecimentos gerais e as demandas de uma ocupação específica; e o contato com profissionais e práticas do setor amplia repertório sobre possibilidades de carreira. A expectativa é que essa combinação ofereça melhores condições para que os participantes disputem oportunidades formais com maior conhecimento sobre a atividade profissional que irão encontrar.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A escolha do varejo de moda também responde à dimensão econômica do setor. A cadeia têxtil e de confecção brasileira reúne cerca de 1,3 milhão de empregos formais, dos quais aproximadamente 60% são ocupados por mulheres. No varejo, 2025 apresentou sinais de expansão: em levantamento da ABVTEX realizado no início do ano, 92% das empresas participantes relataram crescimento das vendas em lojas físicas em fevereiro na comparação anual.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Para Margarida Curti, gerente executiva do Instituto C&amp;A, essa conexão entre qualificação e mercado está no centro da estratégia de inclusão produtiva da instituição. Segundo a especialista, faz parte da experiência da Escola de Varejo de Moda a formação técnica e comportamental associada à aproximação com situações reais de trabalho, e a nova trilha leva esse conhecimento para a escala da Plataforma PROA, ampliando o número de jovens que podem ter contato com competências específicas do setor.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">“O Instituto C&amp;A tem atuado na evolução estruturada de seus projetos, mantendo sua essência e propósito com maior capilaridade, e por isso a parceria com o PROA é tão estratégica. Mais que dobramos, neste ano, a formação de jovens na Escola de Varejo.” pontua.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">No último ano, a Plataforma PROA formou 12.219 estudantes e registrou taxa de empregabilidade de 61%, conectando mais de 7.500 jovens a oportunidades de trabalho. A nova formação em varejo de moda integra o conjunto de especializações que ampliam a jornada dos alunos dentro da Plataforma PROA, acrescentando uma especialização setorial a uma metodologia que já combina competências técnicas e socioemocionais.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Sobre o Instituto PROA</b><b><br />
</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Fundado em 2007, o Instituto PROA é uma das principais pontes entre jovens de baixa renda da rede pública e o mercado de trabalho formal no Brasil. Sob a liderança de Alini Dal’Magro, presidente e CEO da organização, o instituto oferece formação gratuita com foco no desenvolvimento técnico e socioemocional, por meio de programas próprios nos formatos on-line e híbrido. Sua principal iniciativa é a Plataforma PROA, que registra uma taxa de empregabilidade de 65% entre os participantes formados. O instituto também mantém o curso ProProfissão, voltado à formação de programadores, com índice de empregabilidade de 80%, além do videocast “Bate-Papo com CEO”, que aproxima os jovens de lideranças empresariais. Atualmente, o PROA está presente em 12 estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Bahia, Pernambuco e Pará – e já formou mais de 37 mil jovens.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Sobre o Instituto C&amp;A</b><b><br />
</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Há 35 anos, o Instituto C&amp;A promove impacto social no Brasil. A organização atua para ampliar oportunidades de inclusão produtiva no ecossistema da moda no Brasil, em especial para mulheres e juventudes. Sua atuação se concentra em iniciativas de empregabilidade e empreendedorismo, voluntariado e fortalecimento de comunidades, mobilizando conhecimento, parceiros e a experiência da C&amp;A no setor para aproximar pessoas em situação de vulnerabilidade de oportunidades de trabalho e geração de renda.</span><i></i></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto PROA e Instituto Marina e Flávio Guimarães criam curso para conscientizar jovens sobre os riscos das apostas online</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/instituto-proa-e-instituto-marina-e-flavio-guimaraes-criam-curso-para-conscientizar-jovens-sobre-os-riscos-das-apostas-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 20:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova trilha de educação financeira, patrocinada pelo Grupo Bmg, mostrará os impactos das ‘bets’ e como o vício pode comprometer a vida financeira O avanço das apostas online, conhecidas como “bets”, tornou-se uma grave questão de saúde pública e um risco financeiro iminente, com impactos especialmente preocupantes entre os jovens. Para contribuir com a transformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Nova trilha de educação financeira, patrocinada pelo Grupo Bmg, mostrará os impactos das ‘bets’ e como o vício pode comprometer a vida financeira</p>
<p></span></i><span style="font-weight: 400;">O avanço das apostas online, conhecidas como “bets”, tornou-se uma grave questão de saúde pública e um risco financeiro iminente, com impactos especialmente preocupantes entre os jovens. Para contribuir com a transformação desse cenário, o Instituto PROA e o Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), do Grupo Bmg, firmaram uma parceria para lançar, no dia 14 de setembro, uma nova trilha técnica de educação financeira. A formação será oferecida aos alunos da Plataforma PROA – programa online e gratuito de qualificação profissional que prepara estudantes da rede pública para o mercado de trabalho – e, neste primeiro momento, tem como meta capacitar mais de 300 jovens.</p>
<p>“Esse crescimento acelerado das casas de apostas tem comprometido a saúde financeira de milhões de famílias. É urgente debatermos esse tema com a juventude de forma transparente. Com essa união, estamos oferecendo ferramentas práticas para que eles compreendam os riscos reais e, ao mesmo tempo, aprendam a construir um planejamento financeiro seguro, focado na realização de seus sonhos”, afirma Alini Dal’Magro, presidente e CEO do Instituto PROA.</p>
<p><b>Conteúdos e jornada de aprendizado</b></p>
<p>Para conectar a teoria à realidade dos jovens, o curso combina o desenvolvimento de uma mentalidade financeira consciente com ferramentas aplicáveis ao dia a dia. Conduzindo os alunos desde os fundamentos da organização financeira pessoal até os primeiros passos no universo dos investimentos, o cronograma pedagógico está dividido em quatro módulos: “Educação Financeira na Prática”, “Fugindo do Endividamento”, “Realizando Sonhos” e “Gerando Investimentos”.</p>
<p>O principal diferencial é a abordagem direta dos riscos relacionados ao mercado de apostas online. No módulo dedicado à prevenção do endividamento, os estudantes terão acesso a um material exclusivo que explica, na prática, como funcionam as “bets”. Por meio de exercícios baseados em cálculos reais, a trilha demonstra matematicamente a tendência de perdas financeiras no longo prazo para os usuários dessas casas de aposta. Como complemento a esse alerta, o curso também capacita os jovens a elaborar orçamentos, controlar gastos cotidianos, criar reservas de emergência e conhecer diferentes opções de investimentos em renda fixa e variável.</p>
<p>A iniciativa ganha ainda mais força ao integrar a expertise do Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), que centraliza as ações de responsabilidade social do Grupo Bmg. O IMFG tem a educação financeira como um de seus pilares essenciais de transformação social, atuando fortemente para promover a independência e a dignidade a partir do conhecimento. Por meio do projeto socioeducacional Bemi, lançado em 2023, o tema Educação Financeira é trabalhado de forma lúdica e acessível com crianças, jovens e pessoas 60+, abordando conceitos como consumo consciente, planejamento financeiro, crédito, poupança e endividamento. O projeto combina livros, jogos e atividades interativas para aproximar o tema da realidade dos participantes.</p>
<p>“Com Educação Financeira, as pessoas passam a ter uma relação mais saudável com o dinheiro e tomar decisões mais conscientes. Essa parceria nos permite contribuir com o futuro desses jovens para que reconheçam os riscos de promessas de dinheiro fácil e do endividamento. Além disso, quando eles aprendem a gerenciar o próprio dinheiro, esse conhecimento também alcança e beneficia toda a família”, destaca Rosana Aguiar, diretora-executiva do Instituto Marina e Flávio Guimarães.</p>
<p>A trilha atualizada de Educação Financeira é patrocinada pelo Grupo Bmg e soma-se às opções de capacitação direcionadas oferecidas aos alunos da Plataforma PROA. Pela metodologia do programa, os jovens cumprem uma jornada inicial de 100 horas, com foco em autoconhecimento, comunicação e raciocínio lógico, antes de acessarem conteúdos cocriados com empresas do mercado. Presente em 12 estados, a iniciativa formou 12.219 estudantes em 2025 e registrou taxa de empregabilidade de 61%, conectando mais de 7.500 talentos a oportunidades de trabalho.</p>
<p><b>Sobre o Instituto PROA</b></p>
<p>Fundado em 2007, o Instituto PROA é uma das principais pontes entre jovens de baixa renda da rede pública e o mercado de trabalho formal no Brasil. Sob a liderança de Alini Dal’Magro, presidente e CEO da organização, o instituto oferece formação gratuita com foco no desenvolvimento técnico e socioemocional, por meio de programas próprios nos formatos on-line e híbrido. Sua principal iniciativa é a Plataforma PROA, que registra uma taxa de empregabilidade de 65% entre os participantes formados. O instituto também mantém o curso ProProfissão, voltado à formação de programadores, com índice de empregabilidade de 80%, além do videocast “Bate-Papo com CEO”, que aproxima os jovens de lideranças empresariais. Atualmente, o PROA está presente em 12 estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Bahia, Pernambuco e Pará – e já formou mais de 30 mil jovens.</p>
<p><b>Sobre o Instituto Marina e Flávio Guimarães</b></p>
<p>O Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), fundado em 2022, é uma das mais importantes iniciativas do Grupo Bmg. Inspirado no legado de solidariedade de Marina e Flávio, centraliza as ações sociais do Grupo, ampliando oportunidades e promovendo um futuro digno para um número cada vez maior de pessoas. Em 2025, impactou mais de 126 mil pessoas e apoiou 48 projetos focados em inclusão e desenvolvimento social, reafirmando seu compromisso em gerar impacto positivo e duradouro. Saiba mais sobre o Instituto Marina e Flávio Guimarães em <a href="http://institutomfg.com.br">institutomfg.com.br</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto PROA forma 200 jovens e promove ação de empregabilidade em São Paulo</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/instituto-proa-forma-200-jovens-e-promove-acao-de-empregabilidade-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[No evento, foram disponibilizadas cinco vagas de Auxiliar Fiscal na Bravo Corp Para 200 jovens da periferia paulistana, esta quinta-feira (16) foi marcada pelo fim de uma trajetória e início de outra: a da vida profissional. Na data, o Instituto PROA, uma das principais pontes entre a juventude e o mercado de trabalho formal no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400;">No evento, foram disponibilizadas cinco vagas de Auxiliar Fiscal na Bravo Corp</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para 200 jovens da periferia paulistana, esta quinta-feira (16) foi marcada pelo fim de uma trajetória e início de outra: a da vida profissional. Na data, o Instituto PROA, uma das principais pontes entre a juventude e o mercado de trabalho formal no Brasil, promoveu a formatura de alunos da Plataforma PROA na FAAP, em São Paulo. O evento transformou a cerimônia em uma oportunidade concreta de ingresso no mercado de trabalho ao disponibilizar, em parceria com a Bravo Corp, uma ação de empregabilidade com cinco vagas para o cargo de Auxiliar Fiscal. Cerca de 30 alunos, que já atendiam aos pré-requisitos da oportunidade, participaram do processo seletivo, realizado durante o evento, com entrevistas conduzidas pela empresa. Ao final, cinco formandos foram selecionados para as vagas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Essa é a sexta vez que o PROA realiza uma iniciativa de empregabilidade integrada às suas formaturas. Ao todo, as edições anteriores da ação já resultaram na contratação de 35 jovens – número que tende a aumentar, já que alguns processos seletivos ainda estão em andamento.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">“Cada formatura é a prova de que investir na juventude periférica transforma trajetórias inteiras. Parcerias como a da Bravo Corp mostram que, quando abrimos as portas certas, esses jovens não apenas ocupam vagas – eles constroem futuro para si e para suas famílias”, afirma Alini Dal’Magro, presidente e CEO do Instituto PROA.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A Plataforma PROA é o principal meio de entrada do instituto para o primeiro emprego. Gratuita e 100% online, a formação combina uma trilha essencial de 100 horas – com foco em autoconhecimento, projeto profissional, raciocínio lógico e comunicação – a conteúdos técnicos desenvolvidos em parceria com grandes empresas, em áreas como administração, Excel e Power BI, logística e UX Design. Somente em 2025, o programa formou 12.219 jovens, com taxa de empregabilidade de 61%, e conectou mais de 7.500 jovens a oportunidades de trabalho, gerando uma renda anual estimada em R$ 142 milhões.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Para os formandos, a iniciativa representou uma oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo da formação e vivenciar, desde o primeiro contato, a dinâmica de um processo seletivo. “Essa oportunidade de participar do processo seletivo logo após a formatura foi uma ótima experiência. Ter esse contato direto com a equipe de recrutamento é uma oportunidade perfeita para colocarmos em prática tudo o que aprendemos ao longo do curso”, afirma Maria Eduarda, jovem de 21 anos. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A percepção é compartilhada por Ibraim Júnior, técnico em Química formado pela ETEC de Suzano, que participou de sua primeira entrevista de emprego durante a ação. “Achei essa experiência muito importante, principalmente por ser a minha primeira entrevista. Foi uma oportunidade de entender, na prática, como funciona um processo seletivo, e tenho certeza de que isso vai contribuir para o meu desenvolvimento profissional e me preparar melhor para as próximas oportunidades”, destaca. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>146 programadores se formaram pelo ProProfissão em julho</b><b><br />
</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A formatura da Plataforma PROA acontece uma semana depois de outra celebração importante para o instituto: em 8 de julho, 146 jovens concluíram o ProProfissão, curso semipresencial de programação voltado a estudantes de escolas públicas de São Paulo. Com 440 horas de capacitação em linguagens como Java, Python, Kotlin e C#.Net, o programa registra taxa de empregabilidade superior a 80%.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A formação do ProProfissão culmina no Demo Day, evento em que os alunos apresentam seus Trabalhos de Conclusão de Curso diretamente para empresas parceiras, criando pontes reais entre os jovens e o mercado de trabalho. Alguns participantes, inclusive, conseguem sua colocação profissional a partir do próprio Demo Day. Durante a formatura, também são realizadas premiações que reconhecem o desempenho e o engajamento dos estudantes ao longo da jornada, com destaques para quem mais apoiou os colegas e para a turma com os melhores projetos.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As duas formaturas reforçam o impacto do Instituto PROA no último ano: em 2025, a organização recebeu mais de 100 mil inscrições em seus processos seletivos e já soma mais de 34 mil jovens formados desde sua fundação, em 2007. Hoje, 22.500 mil Proanos estão empregados e geram, juntos, mais de R$ 385 milhões em renda anual.</span></p>
<p><b>Sobre o Instituto PROA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fundado em 2007, o Instituto PROA é uma das principais pontes entre jovens de baixa renda da rede pública e o mercado de trabalho formal no Brasil. Sob a liderança de Alini Dal’Magro, presidente e CEO da organização, o instituto oferece formação gratuita com foco no desenvolvimento técnico e socioemocional, por meio de programas próprios nos formatos on-line e híbrido. Está presente em 12 estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Bahia, Pernambuco e Pará – e já formou mais de 34 mil jovens.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa do Instituto PROA mostra que 56% dos jovens deixam o primeiro emprego em meio a dificuldades de adaptação, crescimento e permanência</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/pesquisa-do-instituto-proa-mostra-que-56-dos-jovens-deixam-o-primeiro-emprego-em-meio-a-dificuldades-de-adaptacao-crescimento-e-permanencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bpmcom.com.br/?p=12526</guid>

					<description><![CDATA[Estudo alerta para o ‘custo invisível’ do turnover para as empresas e aponta falhas na gestão que podem transformar o primeiro emprego em ‘armadilha’ O que acontece com um jovem depois de conseguir o primeiro emprego? Para muitos, a experiência é encerrada em até um ano de atividades, como indica a nova pesquisa do Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Estudo alerta para o ‘custo invisível’ do turnover para as empresas e aponta falhas na gestão que podem transformar o primeiro emprego em ‘armadilha’<br />
</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que acontece com um jovem depois de conseguir o primeiro emprego? Para muitos, a experiência é encerrada em até um ano de atividades, como indica a nova pesquisa do Instituto PROA – organização que atua para ampliar o acesso da juventude periférica ao mercado de trabalho formal no Brasil. Mas, contrariando o estereótipo de que a Geração Z é “impaciente” com o mercado de trabalho, os dados mostram que o fenômeno da rotatividade, conhecida como “turnover”, está longe de ser um mero “capricho” geracional. Para 56% dos jovens entrevistados, a última saída do trabalho não ocorreu de forma plenamente autônoma. Ou seja, mais da metade enfrentou desligamentos coercitivos ou foi levada a sair em razão de condições inviáveis de ambiente e liderança.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">O levantamento “Trampolim ou Armadilha? Turnover jovem: Mobilidade, autonomia e início da carreira” revela um cenário corporativo marcado por contradições. Embora a quase totalidade das empresas (94,7%) acredite ser possível frear a rotatividade, 82,4% reconheçam que os motivos das saídas estão ligados a fatores controláveis e 75,9% terem clareza de que prevenir é financeiramente mais vantajoso do que substituir, o ciclo de demissões ainda se repete. Uma das conclusões do estudo é que o verdadeiro “gargalo” não está na falta de diagnóstico por parte dos Recursos Humanos ou da alta direção, mas na dificuldade de transformar esse conhecimento em prática.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">“O que os dados nos mostram é que a saída do jovem raramente é uma decisão leviana. Muitas vezes, o turnover mascara vínculos ‘ambíguos’, em que o jovem continua no emprego por pura falta de alternativas, ou trajetórias ‘negativas’, marcadas por um desgaste acumulado. Para a juventude periférica, o discurso do ‘propósito’ ainda é um privilégio, já que esses jovens buscam estabilidade financeira e ascensão. Inclusive, há uma disposição real de aceitar um salário menor hoje, desde que exista uma perspectiva estruturada de aprendizado e crescimento no futuro”, explica Regiane Tofanello, diretora de empregabilidade do Instituto PROA. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa dá continuidade ao estudo anterior – “Horizonte Comum: Expectativas Cruzadas: Juventude e Empregadores na Agenda da Inclusão Produtiva” –, que investigou as expectativas dos jovens em relação à carreira no mercado formal. A nova edição, divulgada em 2026, ouviu 403 jovens e 187 empresas de todas as regiões do país, além de realizar 15 entrevistas em profundidade. O principal objetivo foi compreender por que os jovens deixam as empresas e o que essas saídas revelam sobre a qualidade dos vínculos de trabalho.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>A diferença na percepção e o ‘paradoxo da preparação’</b><b><br />
</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos dados mais contundentes do estudo é o desalinhamento entre a percepção das empresas e o que os jovens realmente sentem. Em uma escala de 0 a 5, ao avaliar os motivos de saída, os jovens atribuem nota 4,0 à falta de aprendizado e perspectiva. Já as organizações dão apenas 2,74 para esse mesmo fator – a maior distância registrada no levantamento, com diferença de 1,26 pontos. O dado chama atenção por envolver um aspecto que, em tese, está diretamente sob controle das instituições. Em contrapartida, os empregadores tendem a atribuir as saídas ao desempenho abaixo do esperado e às expectativas não atendidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Com essa informação, podemos entender que a empresa subestima o que pode controlar. E, ao subestimar, não prioriza. O jovem que sai porque não vê perspectiva de desenvolvimento aparece no relatório como mais uma saída voluntária, sem que a organização perceba que estava operando como fator de expulsão”, destaca Regiane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As experiências precárias também geram um impacto emocional duplo. Ao deixar um emprego, 66% dos jovens afirmam se sentir “mais preparados”. Ao mesmo tempo, porém, 30% saem “desiludidos” e 25%, “mais inseguros”, mostrando um paradoxo de que o trabalho precário pode, simultaneamente, desenvolver e desgastar.</span><b></p>
<p></b><b>O cálculo que não aparece: o custo invisível do turnover</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante desse contexto, a pesquisa alerta para o pior cenário possível: a retenção baseada no “desgaste acumulado”. Quando o jovem permanece na empresa não por engajamento, mas por absoluta falta de opção, a relação funciona como uma “armadilha” para ambas as partes, já que, além do próprio desligamento, pode gerar uma queda drástica de rendimento, o que custa tanto à empresa quanto ao trabalhador. </span><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Segundo o levantamento, cerca de 87% das organizações conseguem substituir um jovem talento em até dois meses, estimando um gasto de reposição entre um e dois salários. Essa rápida velocidade de substituição mascara o “custo invisível” do turnover. Fatores importantes como o tempo de adequação (ramp-up) do novo funcionário, a curva de erros nos primeiros meses, a sobrecarga da equipe remanescente e o desgaste da cultura corporativa não entram como uma linha de despesa nas planilhas, mas atuam silenciosamente na produtividade do negócio.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">“Todos esses dados revelam um cenário que precisa da atenção do mercado corporativo. Apesar da maioria das empresas demonstrarem disposição para investir na retenção dos seus colaboradores, nosso estudo mostra que a eficácia dessas iniciativas esbarram em alguns desafios. Identificamos que o turnover evitável começa quase sempre no primeiro contato: 82% das saídas prematuras derivam de expectativas que não foram devidamente alinhadas durante o processo de integração”, analisa Alini Dal’Magro, presidente e CEO do Instituto PROA.</span></p>
<p><b>O que os números não capturam: estrutura, raça e território</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para compreender o fenômeno do turnover, o PROA aponta que a autonomia não significa apenas o “querer sair”, mas, sobretudo, o “poder sair”. Esse cenário fica claro ao observar o perfil da amostra da pesquisa: a maioria dos jovens (79%) mora com a família e depende integralmente do próprio rendimento para sobreviver ou contribuir com a renda da casa. Dos 403 jovens ouvidos – com média de idade de 21,4 anos –, 62% são mulheres e 61% se declaram pretos ou pardos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os dados de trajetória confirmam a instabilidade desse período: 60% das experiências profissionais duram apenas até um ano, e 20% dos jovens já acumulam quatro ou mais passagens pelo mercado em pouco tempo. Nesse contexto, a mobilidade e a distância de deslocamento, que pode chegar a quatro horas diárias, também atuam como filtros determinantes na manutenção do mercado de trabalho. Impulsionados pela urgência da sobrevivência – e, muitas vezes, já responsáveis pelo sustento de outras pessoas –, os jovens aceitam a primeira oportunidade que surge ou permanecem em ambientes hostis e adoecedores simplesmente por não visualizarem rotas alternativas ou por não terem o privilégio de assumir o risco financeiro de ficarem desempregados.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Visão do Instituto PROA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o Instituto PROA, a principal mensagem da pesquisa é que o mercado não deve tratar a alta rotatividade apenas com desespero ou conformismo. O turnover gera prejuízos reais, mas, em muitos casos, a saída do jovem é uma resposta lógica a promessas não cumpridas ou a empresas que não se prepararam para receber quem vem de uma realidade diferente.</p>
<p></span><span style="font-weight: 400;">“O que esta pesquisa espera deixar não é um conjunto de indicadores a serem monitorados, mas uma mudança de pergunta. Menos ‘como reduzimos o turnover?’ e mais ‘como garantimos que a permanência do jovem seja por escolha e sua saída seja com intenção?’. Entre o ‘trampolim’ e a ‘armadilha’, o que define o caminho não é apenas o movimento do jovem. É a qualidade do sistema em que ele está inserido”, finaliza Regiane.</p>
<p><b>Sobre o Instituto PROA</b></p>
<p>Fundado em 2007, o Instituto PROA é uma das principais pontes entre jovens de baixa renda da rede pública e o mercado de trabalho formal no Brasil. Sob a liderança de Alini Dal’Magro, presidente e CEO da organização, o instituto oferece formação gratuita com foco no desenvolvimento técnico e socioemocional, por meio de programas próprios nos formatos on-line e híbrido. Sua principal iniciativa é a Plataforma PROA, que registra uma taxa de empregabilidade de 65% entre os participantes formados. O instituto também mantém o curso ProProfissão, voltado à formação de programadores, com índice de empregabilidade de 80%, além do videocast “Bate-Papo com CEO”, que aproxima os jovens de lideranças empresariais. Atualmente, o PROA está presente em 12 estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Bahia, Pernambuco e Pará – e já formou mais de 30 mil jovens.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto PROA oferece curso gratuito de programação a jovens</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/instituto-proa-oferece-curso-gratuito-de-programacao-a-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Com inscrições até 7 de junho, formação semipresencial é voltada a estudantes de escola pública em São Paulo O Instituto PROA, em parceria com o Senac, iniciou o período de inscrições para o ProProfissão, curso profissionalizante gratuito e semipresencial destinado a jovens de 17 a 22 anos interessados na área de programação. Com duração de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><em>Com inscrições até 7 de junho, formação semipresencial é voltada a estudantes de escola pública em São Paulo</em></p>
<p>O Instituto PROA, em parceria com o Senac, iniciou o período de inscrições para o ProProfissão, curso profissionalizante gratuito e semipresencial destinado a jovens de 17 a 22 anos interessados na área de programação. Com duração de seis meses, a formação prevê carga horária de quatro horas por dia, de segunda a sexta, além de alguns encontros aos sábados. Abertas até 7 de junho, as inscrições devem ser realizadas por meio do link: </span><a href="https://proprofissao.proa.org.br/login/signup.php"><span style="font-weight: 400;">https://proprofissao.proa.org.br/login/signup.php</span></a><span style="font-weight: 400;">.   </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certificado pelo PROA e pelo Senac, o curso foi estruturado para ampliar o acesso às vagas de emprego no setor de tecnologia, especialmente diante do cenário de forte investimento na área. Ao ter a candidatura aprovada, o jovem recebe material didático e uniforme. A grade contempla noções de linguagens de programação como Java, C# .NET e Kotlin, mas vai muito além do conteúdo técnico: inclui, também, temas voltados ao desenvolvimento de competências comportamentais e de comunicação no ambiente de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a conclusão do ProProfissão, os participantes passam a ser acompanhados pela área de Empregabilidade do PROA, que os conecta a mais de seis mil empresas parceiras, como Itaú, Oracle e Casas Bahia, além de oferecer um acompanhamento individual da trajetória profissional por até três anos. No último ano, a taxa de empregabilidade foi de 87% entre os jovens formados. Para participar, é preciso estar cursando ou já ter concluído o 3º ano do Ensino Médio em escola pública e residir na Grande São Paulo.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Para a CEO e presidente do Instituto, Alini Dal’Magro, as ações desenvolvidas ao longo do curso e após a sua conclusão geram impactos concretos na inserção dos alunos no mercado de trabalho. “Hoje vemos, na prática, que o ProProfissão transforma trajetórias. A alta taxa de jovens formados que conseguem um emprego depois de concluir o curso mostra como iniciativas focadas em capacitação e conexão com o mercado são eficazes. Para muitos deles, que vivem em contextos de vulnerabilidade e tinham poucas perspectivas, essa oportunidade representa um novo começo”, afirma a executiva.<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Jovens e o mercado de trabalho</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Integrante da turma do ProProfissão de 2025, Ebson Oliveira dos Santos, encontrou no PROA um ponto de virada em sua trajetória profissional a partir do contato com a área de tecnologia. Durante a formação, o estudante teve acesso a conteúdos de programação e desafios práticos que estimularam o desenvolvimento do raciocínio lógico e da resolução de problemas. “O PROA mudou minha vida, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Transformou completamente meu jeito de pensar, de me posicionar e de trabalhar em equipe.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente na XP Inc., Ebson atua com People Analytics na área de Recursos Humanos. Em sua rotina profissional, trabalha com análise de dados e indicadores que apoiam decisões estratégicas dentro da empresa, aplicando conhecimentos e habilidades desenvolvidas durante o curso. “Nunca tinha imaginado atuar na área de dados, muito menos dentro do RH, e foi ali que descobri o universo de People Analytics”, diz. Ele relata que a oportunidade marcou o início de uma nova etapa profissional: “Foi um passo gigante na minha trajetória e a chance de colocar em prática tudo o que aprendi no PROA, como trabalho em equipe, comunicação e organização.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como Ebson, Ellen Luiza da Silva Barbosa encontrou no curso um espaço de crescimento pessoal e profissional. Ao longo dos seis meses de aulas, a jovem teve a oportunidade de desenvolver novas habilidades, fortalecer a confiança e construir vínculos que marcaram sua trajetória. “Minha experiência com o PROA foi uma das melhores que já vivi. Foi um espaço onde cresci muito, tanto no lado pessoal quanto profissional, além de ter feito grandes amizades”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, Ellen trabalha na Heineken, uma das maiores cervejarias do mundo, e afirma que a formação recebida no PROA foi essencial para sua jornada acadêmica e profissional. Segundo ela, o aprendizado adquirido ao longo do curso foi importante no início da faculdade, quando ainda estava se adaptando aos novos desafios. “O PROA me ajudou demais principalmente no começo da minha faculdade, quando eu ainda estava meio perdida, mas conforme o aprendizado era passado consegui entender e me desenvolver melhor nos conteúdos, além de ganhar mais confiança”, afirma.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto PROA e MOVER renovam parceria que já impactou mais de 40 mil jovens negros no Brasil</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/instituto-proa-e-mover-renovam-parceria-que-ja-impactou-mais-de-40-mil-jovens-negros-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 16:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Atuação conjunta é realizada desde 2024 para promover inserção no mercado de trabalho A desigualdade social e racial no Brasil segue sendo um dos principais entraves ao desenvolvimento econômico e à construção de um mercado de trabalho mais justo e representativo. Jovens negros continuam enfrentando índices mais elevados de desemprego e informalidade, além de maiores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Atuação conjunta é realizada desde 2024 para promover inserção no mercado de trabalho</span></i><i><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A desigualdade social e racial no Brasil segue sendo um dos principais entraves ao desenvolvimento econômico e à construção de um mercado de trabalho mais justo e representativo. Jovens negros continuam enfrentando índices mais elevados de desemprego e informalidade, além de maiores dificuldades de acesso a oportunidades qualificadas. É nesse contexto que o Instituto PROA e o Movimento pela Equidade Racial (MOVER) renovam, pelo terceiro ano consecutivo, a parceria voltada à promoção da equidade racial e à ampliação do acesso ao emprego formal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Firmada em 2024, a parceria entre as duas instituições já impactou mais de 40 mil jovens negros por meio da Plataforma PROA – curso gratuito de formação profissional voltado a estudantes de escolas públicas com idades entre 17 e 22 anos. O programa tem como foco o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e competências técnicas, além de oferecer apoio na conquista do tão sonhado primeiro emprego. No último ano, a MOVER disponibilizou mais de mil bolsas de cursos de idiomas como inglês, espanhol e francês para jovens negros egressos do PROA, além de promover visitas a empresas como Alpargatas e Arcos Dorados, ampliando as oportunidades de desenvolvimento profissional. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi em uma dessas visitas que surgiu uma oportunidade para mim. Nós visitamos a Arcos Dorados, a maior franqueadora do McDonald’s. Foi uma experiência incrível. Ao final, abriram uma vaga para os jovens que estavam lá e, felizmente, fui aprovado no processo seletivo. É um ambiente diferente de tudo o que eu havia vivido até então e também da realidade das pessoas próximas a mim. Estou gostando muito de conhecer novas pessoas, culturas e, principalmente, de perceber minha evolução pessoal a cada dia, mesmo em meio às dificuldades”, celebra Gustavo dos Santos Silva, jovem formado pelo PROA em 2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Boletim sobre a Desigualdade Racial no Mercado de Trabalho, divulgado pelo Ministério do Trabalho no segundo semestre de 2024, pessoas negras seguem sendo as mais impactadas pelo desemprego, pela informalidade e pelos menores níveis de renda. Segundo a CEO e presidente do Instituto, Alini Dal’Magro, a parceria seguirá atuando neste ano para cumprir o compromisso de promover a inclusão produtiva da juventude negra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Essa iniciativa representa a união de esforços para romper o ciclo da pobreza por meio do acesso ao emprego digno. Dialogar com organizações comprometidas com a equidade racial é fundamental para ampliar nosso impacto e transformar a realidade de milhares de jovens”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Natália Paiva, diretora-executiva do MOVER, a equidade racial é uma condição essencial para o desenvolvimento do Brasil. “Ao criar caminhos concretos para que jovens negros tenham acesso à formação, ao emprego e a novas perspectivas de futuro, contribuímos para transformar realidades individuais e fortalecer o país como um todo”, destaca.</p>
<p></span></p>
<p><b>Sobre o Instituto PROA</b><span style="font-weight: 400;"></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fundado em 2007, o Instituto PROA é uma das principais pontes entre jovens de baixa renda da rede pública e o mercado de trabalho formal no Brasil. Sob a liderança de Alini Dal’Magro, presidente e CEO da organização, o instituto oferece formação gratuita com foco no desenvolvimento técnico e socioemocional, por meio de programas próprios nos formatos on-line e híbrido. Sua principal iniciativa é a Plataforma PROA, que registra uma taxa de empregabilidade de 65% entre os participantes formados. O instituto também mantém o curso ProProfissão, voltado à formação de programadores Java, com índice de empregabilidade de 80%, além do videocast “Bate-Papo com CEO”, que aproxima os jovens de lideranças empresariais. Atualmente, o PROA está presente em 12 estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará, Pará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas – e já impactou mais de 100 mil jovens. </span></p>
<p><b>Sobre o MOVER</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O MOVER (Movimento pela Equidade Racial) é uma associação sem fins lucrativos que, por meio de conscientização, fomento ao desenvolvimento de carreiras e à inovação inclusiva de pessoas negras, visa promover e acelerar a equidade racial. Atualmente, é formado por 56 empresas que atuam de forma colaborativa: Alcoa, ALLOS, Amazon, Ambev, Americanas S.A., Alpargatas, Arcos Dorados-McDonald’s, Assaí, Atento, Bain &amp; Company, Bayer, BNDES, Bunge, Cargill, Cia de Talentos, Coca-Cola Brasil, Cogna, Colgate-Palmolive, CSN, Danone, Descomplica, DHL Supply Chain, Diageo, Disney, Dow Brasil, EF, Eli Lilly, General Mills, GM, Gerdau, GPA, Grupo Carrefour Brasil, Grupo L´Oréal no Brasil, Heineken, Klabin, Kenvue, Lojas Renner, MBRF, McKinsey &amp; Company, Magalu, Mastercard, Michelin, Mondelëz International, Moove, Natura, Nestlé, PepsiCo, Pernod Ricard, Pluxee, PwC Brasil, RD &#8211; Raia Drogasil, Vale, Vila Nova Partners, Vibra, XP Inc. e Yduqs. Mais informações em www.somosmover.org e nas redes oficiais (Instagram | LinkedIn | YouTube). </span></p>
<p><b>MOVER e Instituto Four | GBR Comunicação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Carlos de Paula | (16) 99204-3092</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fernanda Domiciano | (19) 99269-9138</span></p>
<p><a href="mailto:mover@gbr.com.br"><span style="font-weight: 400;">mover@gbr.com.br</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto PROA abre inscrições para curso profissionalizante online e gratuito</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/instituto-proa-abre-inscricoes-para-curso-profissionalizante-online-e-gratuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 16:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Plataforma é voltada para jovens entre 17 e 22 anos vindos de escolas públicas &#160; Ano novo é tempo de recomeços, novas oportunidades e realizações de metas. Para jovens que querem começar 2026 já investindo no futuro, a Plataforma PROA é o caminho. Com as inscrições, o curso online é totalmente gratuito e voltado para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Plataforma é voltada para jovens entre 17 e 22 anos vindos de escolas públicas</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ano novo é tempo de recomeços, novas oportunidades e realizações de metas. Para jovens que querem começar 2026 já investindo no futuro, a Plataforma PROA é o caminho. Com as inscrições, o curso online é totalmente gratuito e voltado para jovens entre 17 e 22 anos que estejam cursando ou tenham se formado no ensino médio em escolas públicas. As vagas englobam todo o período de 2026 e serão concedidas<br />
mediante processo seletivo.</p>
<p>As turmas serão formadas semanalmente, toda segunda-feira. No total, serão mais de 40 turmas ao longo do ano, e cada uma delas terá três meses de duração, com dedicação de 100 horas totais. Alini Dal’Magro, presidente do Instituto PROA, destaca que o processo seletivo é fácil, simples e rápido.</p>
<p>“Não tentamos eliminar ninguém. O processo seletivo é apenas para saber se aquele jovem está realmente no momento de realizar o curso. Ele quer mesmo um emprego agora? Tem disponibilidade para se dedicar ao curso? É mais para entender o perfil daquele jovem que vai entrar. Queremos dar oportunidade à maior quantidade de jovens que pudermos, essa é a nossa missão”, destaca Alini.</p>
<p>O curso abrange 12 estados do Brasil, e os candidatos devem residir em um deles: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Pernambuco e Pará. Para entrar no processo seletivo, devem acessar o site do Instituto (https://www.proa.org.br/plataformaproa/) e preencher o formulário de inscrição.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Profissionalização gratuita: inscrições do PROPROFISSÃO vão até o dia 23 de novembro</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/profissionalizacao-gratuita-inscricoes-do-proprofissao-vao-ate-o-dia-23-de-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Curso semipresencial do Instituto PROA acontece na capital de São Paulo e é destinado para jovens entre 17 e 22 anos vindos de escolas públicas FOTOS Para quem quer começar a realizar sonhos já no comecinho do ano que vem, ainda há tempo. O Instituto PROA está com as inscrições abertas para o PROPROFISSÃO – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Curso semipresencial do Instituto PROA acontece na capital de São Paulo e é destinado para jovens entre 17 e 22 anos vindos de escolas públicas</em></p>
<p><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1DrDpd1PUEkMkoepPJhUABgdUO-DnSfEJ?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>FOTOS</strong></a></p>
<p class="ql-align-justify">Para quem quer começar a realizar sonhos já no comecinho do ano que vem, ainda há tempo. O Instituto PROA está com as inscrições abertas para o PROPROFISSÃO – curso semipresencial da instituição – até o dia 23 de novembro. A profissionalização é voltada a jovens entre 17 e 22 anos, moradores da Grande São Paulo e vindos de escolas públicas, com a área de programação como principal foco do curso. Após a inscrição, os alunos passarão por um processo seletivo e, caso sejam aprovados, iniciarão os estudos já no primeiro semestre de 2026.</p>
<p class="ql-align-justify">A formação já apresenta resultados comprovados na empregabilidade efetiva dos estudantes. No primeiro semestre de 2025, o Instituto PROA formou mais de 140 jovens, e 70% deles já estão empregados – menos de quatro meses após a conclusão. A meta da instituição é que 80% estejam empregados em até seis meses após o curso, e o Instituto PROA ainda realiza o acompanhamento desses jovens por até três anos, para avaliar seu desempenho no mercado de trabalho.</p>
<p class="ql-align-justify">E não é apenas sobre conseguir um emprego. É sobre estar preparado para ele. Para um jovem recém-ingresso no mercado de trabalho é normal ter inseguranças, que podem ser agravadas por dificuldades de comunicação, inexperiência ou até mesmo falta de conhecimento. Uma boa profissionalização deve estimular a autoconfiança do jovem por meio dos requisitos que o mercado mais exige. E foi com isso em mente que o ProProfissão foi criado.</p>
<p class="ql-align-justify">Além da introdução a linguagens como Java, C# .NET e Kotlin, o PROPROFISSÃO também aborda outras esferas da vida profissional, como comunicação e comportamento. Segundo a CEO do Instituto, Alini Dal’Magro, o trabalho realizado durante e após a conclusão das aulas produz efeitos reais não apenas nesse primeiro ingresso, mas também na permanência desses jovens em seus cargos.</p>
<p class="ql-align-justify">“O impacto do estilo de ensino do PROPROFISSÃO é quase palpável: 85% dos participantes estão em empregos formais. Essa porcentagem ilustra não apenas nosso compromisso com a empregabilidade, mas também com a estabilidade desse jovem na vaga conquistada. O que um dia era apenas um sonho para esses jovens, hoje é uma realidade possível e alcançável”, destaca a CEO.</p>
<p class="ql-align-justify">Em caso de aprovação na candidatura do jovem, ele terá direito a uniforme do PROA e material didático do curso, além de receber o Certificado PROA e o Certificado Senac ao final do curso.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>O impacto real do PROPROFISSÃO</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Foi por um fascínio por tecnologia desenvolvido ainda na infância que Eliana, paulistana moradora da zona sul de São Paulo, decidiu dar uma virada na sua carreira. Em 2021, trabalhava em uma escala 6&#215;1 como telemarketing, com uma carga de trabalho exaustiva e sem perspectiva de crescimento. Foi então que ela se inscreveu no PROPROFISSÃO, onde se formou como programadora e conquistou a vaga de UX Designer na Casas Bahia, uma das grandes parceiras do Instituto PROA. “A atuação do PROA na empregabilidade é muito importante e efetiva. Sempre estão encaminhando vagas e indicando processos seletivos com parceiros, como Itaú e Casas Bahia. Isso ajuda muito a gente”, destacou Eliana.</p>
<p class="ql-align-justify">Durante os seis meses de curso, a jovem também encontrou liberdade para sonhar cada vez mais alto. Hoje, quer se tornar referência na área de design e front-end, criar uma presença forte no LinkedIn e ser Top Voice para compartilhar o que aprendeu com outros jovens. Além disso, atualmente Eliana cursa Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Universidade São Francisco e aplica os conhecimentos adquiridos no PROPROFISSÃO em suas matérias da faculdade. “Achei que 6 meses de curso não seriam suficientes, mas me surpreendi. O instituto me deu base e confiança para seguir no meu caminho. Hoje, quero uma vida agitada, cheia de projetos, como foi no PROA. Também quero uma vida feliz e estável ao lado da minha família”, finaliza.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Curso gratuito: inscrições da Plataforma PROA 2025 vão até 19 de outubro</title>
		<link>https://bpmcom.com.br/news/curso-gratuito-inscricoes-da-plataforma-proa-2025-vao-ate-19-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[bpmcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 17:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Instituto PROA]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bpmcom.com.br/?p=11973</guid>

					<description><![CDATA[Jovens entre 17 e 22 anos têm até a data para garantir preparação para o primeiro emprego Se inserir sozinho no mercado de trabalho não é uma tarefa fácil, ainda mais para quem busca o primeiro emprego. O Instituto PROA, no entanto, carrega justamente o propósito de facilitar essa inserção, e uma das formas é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens entre 17 e 22 anos têm até a data para garantir preparação para o primeiro emprego</p>
<p class="ql-align-justify">Se inserir sozinho no mercado de trabalho não é uma tarefa fácil, ainda mais para quem busca o primeiro emprego. O Instituto PROA, no entanto, carrega justamente o propósito de facilitar essa inserção, e uma das formas é através da Plataforma PROA – curso online da instituição para capacitar jovens entre 17 e 22 anos vindos de escolas públicas. Aqueles que desejam cursar a Plataforma ainda em 2025 têm até o dia 19 de outubro para realizar a inscrição e ter acompanhamento da empregabilidade no início do próximo ano.</p>
<p class="ql-align-justify">Desde a sua criação, em 2020, a Plataforma PROA tem um olhar atento tanto ao mercado quanto ao jovem. Nos módulos do curso, o aluno vai aprender sobre tópicos que são explorados no mercado de trabalho, como comunicação, raciocínio lógico e trabalho em equipe. O objetivo desse olhar atento às demandas é facilitar a inserção do jovem no primeiro emprego – o que vem sendo alcançado, já que 60% dos jovens que fazem a Plataforma PROA são empregados em até seis meses após a conclusão do curso.</p>
<p class="ql-align-justify">Segundo Alini Dal’Magro, presidente e CEO da instituiçao, a forma como o curso é desenvolvido é essencial para preencher as lacunas das empresas que precisam de profissionais qualificados, assim como preparar os jovens que carecem de empregos.</p>
<p class="ql-align-justify">“Vemos no mercado de trabalho uma contradição entre cargos oferecidos e profissionais qualificados. Muitas vezes há uma procura maior do que a oferta, e é isso que procuramos evitar nesse curso. Oferecemos ao jovem a oportunidade de crescer onde ele mais encontrará oferta para sua qualificação, o que certamente irá impactar na sua empregabilidade no futuro, depois que sua formação no PROA já estiver concluída”, destaca Alini.</p>
<p class="ql-align-justify">Além das competências técnicas, a Plataforma PROA também oferece desenvolvimento cultural aos jovens. Para Vitor Hugo Rodrigues (22), jovem morador de Goiânia e ex-aluno do curso, o PROA proporcionou mais do que um caminho para o mercado de trabalho: ofereceu uma virada pessoal. “Achei que era só para conseguir uma vaga, mas entendi que era um projeto para a vida. Aprendi sobre autoconhecimento, sobre o que eu realmente quero para o futuro e o que preciso fazer para chegar aonde quero. Comecei a lidar melhor com as pessoas ao meu redor, inclusive com minha família. O que aprendi no curso me transformou”, relata o jovem.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Por dentro do Instituto PROA</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Criado em 2007, o Instituto PROA já impactou a vida de mais de 30 mil jovens brasileiros. Em meio à pandemia do Covid-19, a instituição que, até então, só ofertava cursos presenciais, precisou se reinventar: assim nasceu a Plataforma PROA, totalmente online e gratuita. Isso tornou possível que o PROA chegasse a lugares em que nunca tinha chegado antes. Hoje, o instituto tem alunos em 12 estados brasileiros, em mais de 2.700 cidades.</p>
<p class="ql-align-justify">Pensando em ajudar ainda mais jovens a conquistarem o primeiro emprego, o PROA tem uma meta ambiciosa para 2030: formar 110 mil jovens. A grande missão do instituto é gerar mobilidade social por meio da empregabilidade em escala, criando oportunidades concretas para que jovens de baixa renda transformem suas trajetórias de vida. O PROA entende que o acesso a um emprego digno é um passo decisivo para romper ciclos de pobreza, aumentar a renda familiar e ampliar as perspectivas de futuro.</p>
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		<title>Pesquisa inédita do Instituto PROA revela que mais de 75% dos jovens de periferia desejam uma carreira no mercado formal</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 17:37:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dados contrastam com estereótipos da geração Z e também apontam visão deturpada do empreendedorismo PESQUISA O desejo de construir uma carreira e crescer dentro de uma empresa pode parecer distante para uma geração que presenciou o nascimento dos influencers, YouTubers e TikTokers. Apesar disso, foi o que 75% dos jovens entrevistados pelo Instituto PROA – instituição [&#8230;]]]></description>
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<p class="ql-align-center"><em>Dados contrastam com estereótipos da geração Z e também apontam visão deturpada do empreendedorismo</em></p>
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<p class="ql-align-justify"><a href="https://drive.google.com/file/d/1nHPLIaCW7bPECPdXd6YaBQ33x_IIooom/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>PESQUISA</strong></a></p>
<p class="ql-align-justify">O desejo de construir uma carreira e crescer dentro de uma empresa pode parecer distante para uma geração que presenciou o nascimento dos influencers, YouTubers e TikTokers. Apesar disso, foi o que 75% dos jovens entrevistados pelo Instituto PROA – instituição que capacita e promove a inclusão produtiva de jovens vindos de escolas públicas – afirmaram querer seguir como caminho profissional. Este é apenas um dos dados que a pesquisa inédita revela nesta quinta-feira (18). Os resultados, que contam com mais de 400 jovens e 129 empregadores, mostram um retrato que contradiz estereótipos atribuídos à Geração Z em relação ao mercado de trabalho formal.</p>
<p class="ql-align-justify">Essa constatação evidencia uma grande ambição – muitas vezes questionada – da juventude periférica, que representa a maior parte dos alunos do PROA. Na Pesquisa, o desejo de empreender também aparece, mas muito mais como uma necessidade diante da falta de alternativas. Segundo Michelle Claro, coordenadora de Captação e Dados do Instituto PROA, é possível perceber na fala dos jovens que “o empreendedorismo e trabalho informal muitas vezes se confundem, reforçando que se trata de um recurso de sobrevivência, e não de um projeto de futuro.”</p>
<p class="ql-align-justify">Para Alini Dal’Magro, presidente e CEO do Instituto PROA, o principal diferencial do estudo é evidenciar a especificidade da juventude periférica, e evitar colocar toda a Geração Z dentro de uma caixinha homogênea. “Algo que percebemos quando fizemos a pergunta de volta para as empresas é que há um grande desafio geracional. A nova juventude é rotulada de diversos estereótipos que, muitas vezes, não traduzem a realidade de jovens periféricos, como falta de comprometimento ou imediatismo”, destaca a CEO.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Empregando a Geração Z</strong></p>
<p class="ql-align-justify">O Brasil é uma nação que ainda enfrenta grande desigualdade social em toda sua extensão territorial. A nova geração, apesar de nascida no mesmo período, ainda é plural, com etnias, raças e recortes sociais distintos. A pesquisa do Instituto PROA parte do entendimento de que, com isso em mente, a empregabilidade também precisa levar esses fatores em consideração para que haja uma aproximação real entre o jovem contratado e a empresa.</p>
<p class="ql-align-justify">A falta de qualificação técnica, um dia considerada como principal desafio de inserção no mercado formal, já não é o que chama mais atenção. O estudo do PROA indica que a retenção dos jovens pode ser tão desafiadora quanto o ingresso. Uma das principais dores dos empregadores é a alta rotatividade em suas empresas: 31% relatam alta rotatividade ao passo que 83% esperam que os jovens permaneçam até três anos. Apesar de apenas 35% terem programas de desenvolvimento, a grande maioria (86%) estaria disposta a adaptar processos internos, como implementar políticas estruturadas de permanência.</p>
<p class="ql-align-justify">“A alta rotatividade não é causada pela ‘impaciência’ dos jovens, mas sim pelo desalinhamento entre o discurso e a prática empresarial. Os jovens sonham com permanência e crescimento dentro das empresas que trabalham, mas precisam se sentir pertencentes àquele espaço para desejarem permanecer”, complementa a CEO do Instituto.</p>
<p class="ql-align-justify">Outro ponto que desafia percepções recorrentes é a relação com o trabalho remoto. Para a juventude periférica ele é visto também como uma estratégia para reduzir gastos com transporte e alimentação ou evitar longos deslocamentos em transportes públicos, e não apenas pela maior flexibilidade. Para eles seria, sim, um ponto positivo da vaga, mas não algo inegociável.</p>
<p class="ql-align-justify">A pesquisa também mostra que o engajamento desse jovem importa, e muito, para as empresas. Quando eles se sentem motivados e pertencentes, o impacto direto é em produtividade e lucratividade. Nesse processo, a liderança aparece como peça-chave: gestores preparados para ouvir, orientar e dar feedback estruturado são decisivos para retenção e desempenho.</p>
<p class="ql-align-justify">“A nossa pesquisa mostra que não basta inserir o jovem no mercado de trabalho. É preciso criar ambientes que deem sentido ao que eles fazem, valorizem sua trajetória e ofereçam espaço para crescer. Quando encontram acolhimento e reconhecimento, os jovens se engajam e contribuem de forma concreta para os resultados das empresas”, afirma Alini.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>O que o recorte social tem a dizer?</strong></p>
<p class="ql-align-justify">A maioria dos jovens entrevistados enfrenta uma rotina marcada pela sobrecarga. Quase 70% vivem em famílias com renda de até dois salários mínimos e dividem a casa com três ou mais pessoas. Embora morar com a família não seja necessariamente um problema, o cruzamento com os dados de renda revela um cenário crítico: em muitos casos, trata-se de famílias vivendo com menos de um terço de salário-mínimo por pessoa.</p>
<p class="ql-align-justify">Michelle Claro ressalta que toda análise precisa considerar o cenário de forma ampla. Ela, que também é cientista social, explica como trazer esse viés para a leitura dos dados enriquece as conclusões do estudo.</p>
<p class="ql-align-justify">“Conseguimos reunir em dados o que já acompanhamos no dia a dia, tanto com os jovens quanto com as empresas. Quando analisamos o que coletamos a partir de um olhar social, podemos enxergar nuances que nos ajudam a entender de verdade a realidade desses jovens para, assim, aprimorar nossa atuação enquanto mediadores”, ressalta a pesquisadora.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Onde os dois mundos convergem</strong></p>
<p class="ql-align-justify">O papel do Instituto PROA é atuar tanto na capacitação do jovem quanto na sua inserção no mercado de trabalho. Por isso, sua relação com ambos os lados a coloca em um lugar crucial de mediadora. Para Alini, a pesquisa foi fundamental para mapear as dores desses jovens e cruzar com a visão interna das empresas, porque a convergência entre os dois lados pode ser determinante para a construção de políticas institucionais de fato efetivas.</p>
<p class="ql-align-justify">“Acredito que outro grande diferencial da nossa pesquisa é o olhar voltado para mediação cultural e aprendizado mútuo entre jovens e empregadores, buscando convergências em vez de antagonismos. A gente não quer apontar vilões ou reforçar estereótipos. Queremos que as empresas tenham uma juventude cada vez mais capacitada e engajada, mas também reconhecemos que os jovens precisam de estímulos”, reforça Alini.</p>
<p class="ql-align-justify">A pesquisa comprova que jovens desejam se estabilizar em seus empregos tanto quanto as empresas desejam reter seus colaboradores. Entender que os pontos em comum falam mais alto do que as divergências pode ser a chave para um futuro jovem promissor e estável no mercado formal.</p>
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